O promotor Nelson Medrado, que investiga improbidade administrativa nas fraudes da Assembleia Legislativa do Pará (AL), marcou para hoje depoimentos dos sócios da Torres, uma empresa de material de construção que participou de licitações na AL. Há suspeitas de que essa empresa também tinha ligações com integrantes da comissão de licitação da qual fazia parte Daura Hage, ex-mulher de José Carlos de Souza Rodrigues, dono da Croc Tapioca.
Em apenas dois anos, a empresa teria fechado negócios no valor de R$ 8 milhões com a Assembleia Legislativa. Rodrigues já indicou que usará do direito de ficar calado, por isso ainda há dúvidas se ele será chamado para depor.
Medrado deseja ouvir também o ex-diretor da AL, Sérgio Duboc, que deveria ter prestado depoimento na manhã de ontem (13), mas não atendeu à convocação do Ministério Público Estadual (MPE).
À noite, Medrado informou que o advogado de Duboc chegou a informar que apresentaria o cliente ao MPE, mas a ideia agora é ouvi-lo quando as investigações estiverem mais avançadas.

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