Pelas explicações dadas pela empresa Bertolinne Transportes “dona de um porto concretado de pouco ou mais de 6 mil metros quadrados numa área de praia no bairro do Uruará sem o aval dos órgãos ambientais” a setores da imprensa, autuada em 15 milhões de reais por poluição ambiental devido derramamento (segundo ela) de 450 litros de óleo, não causou danos nenhum a natureza, muito menos a flora e fauna, se baseando em levantamentos “laudos” técnicos de pesquisadores, funcionários de firmas especializadas em proteção ambientais, mas, nas entrelinhas, “talvez por descuido” de uma nota dada a jornalistas, reconheceu existência de pequenos focos no lago do Maicá.
A direção do Ibama informa à coluna de ainda não ter tomado conhecimento dos laudos, também ir fazer os seus, e da multa aplicada ser merecida e o valor baseado na Lei de Crimes Ambientais, artigos 61 e 62. Neste episódio, o arrebatado ambientalista, Padre Edilberto, ficou calado. Por que Padre

por que padre?
ResponderExcluirO PADRE EDILBERTO É O MAIOR AMBIENTALISTA DA REGIÃO, GOSTO DO TRABALHO QUE ELE FAZ MAIS NESSA ELE PASSOU BATIDO E NÃO VI NENHUM COMENTARIO VINDO DA PARTE DELE EM RELAÇÃO A ESSE CASO.
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