Dia dos namorados
Era dia dos namorados.
Jane disse-me: - Eu sou o seu presente!
O que passou na minha mente...
Ah! Não posso, não posso relatar!
Apressei-me a oferta-lhe um buquê de flores
De cores diversas e odores irresistíveis!
Ela sorriu, abraçou-me, beijou-me...
Disse-me: - Você é o homem da minha vida!
- Querida – respondi-lhe – intrigas, não mais!
Jantamos a luz de velas e taças de vinho...
Seu rosto divino! Seu decote, sensual...
Visual para príncipes e deuses!
Do vitral da janela, a claridade do luar
Incitou-me a falar coisas de amor,
Pois, o lume da lua é a pura testosterona no ar!
A noite foi curta para o sentido do dia!
“O dia dos namorados” acabou
Numa noite de entrega total...
Meu corpo aderiu-se ao seu
Tal como o feto ao cordão umbilical.
O mundo todo não foi maior que os nossos sonhos,
Nem o universo infindo coube o nosso amor...
Talvez que tenhamos excedido nas doses de vinho,
Mas, pelo menos, no dia consagrado aos namorados
Ganhamos tudo o que os amados se podem doar
No lusco-fusco dos cochichos e da sofreguidão
Entre estranhos odores e quentes lençóis dos seus ninhos!
Do meu amigo e poeta Paulo Paixão
Era dia dos namorados.
Jane disse-me: - Eu sou o seu presente!
O que passou na minha mente...
Ah! Não posso, não posso relatar!
Apressei-me a oferta-lhe um buquê de flores
De cores diversas e odores irresistíveis!
Ela sorriu, abraçou-me, beijou-me...
Disse-me: - Você é o homem da minha vida!
- Querida – respondi-lhe – intrigas, não mais!
Jantamos a luz de velas e taças de vinho...
Seu rosto divino! Seu decote, sensual...
Visual para príncipes e deuses!
Do vitral da janela, a claridade do luar
Incitou-me a falar coisas de amor,
Pois, o lume da lua é a pura testosterona no ar!
A noite foi curta para o sentido do dia!
“O dia dos namorados” acabou
Numa noite de entrega total...
Meu corpo aderiu-se ao seu
Tal como o feto ao cordão umbilical.
O mundo todo não foi maior que os nossos sonhos,
Nem o universo infindo coube o nosso amor...
Talvez que tenhamos excedido nas doses de vinho,
Mas, pelo menos, no dia consagrado aos namorados
Ganhamos tudo o que os amados se podem doar
No lusco-fusco dos cochichos e da sofreguidão
Entre estranhos odores e quentes lençóis dos seus ninhos!
Do meu amigo e poeta Paulo Paixão
Nenhum comentário:
Postar um comentário