Esta palavra SEPARATISMO me incomoda quando alegada pelo Pará. Não há o que separar. Separa-se o que está junto, unido, coeso; separa-se quando se cohabita, coexiste, convive. Não há nada o que separar pois nunca fomos pares. O que queremos é identidade própria, governo próprio. Queremos um sobrenome, uma naturalidade até hoje negada de fato. Chega desta lascívia governanmental de centenários anos. Chega de ser bastardo
Pedro Paulo Buchalle

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