Orla de Alter do chão
"Primeiro proíbe, depois se ver como fica!". Eu nunca utilizei a orla de Alter do Chão pra atracar lancha e nem o catamarã. Sempre defendi os interesses e preservação da vila. Sou um amante assumido de Alter do Chão.
Ja critiquei as barracas desordenadas, lixos e tudo que prejudique a conservação daquele paraíso, mas quanto a orla, houve erro no projeto original que não previu um local apropriado pra que as lanchas que fazem a travessia para ilha, ou as balsinhas ou catamarã que também precisam atracar pra embarcar os passageiros, utilizassem um local adequado.
O CAT nao é com essa finalidade, pois é pra dar apoio ao turista que chegam de navio e não os que chegam de carro. Infelizmente é sempre assim, primeiro proíbem pra depois ver como fica.
Proibiram o acesso de veiculo a praia, mas até hoje não executaram nenhuma obra que desse condições de descer os equipamentos náuticos.
Quando o príncipe Charles visitou Alter do Chão, utilizaram esse mesmo local pra atracar um barco de linha de três andares. Talvez maior que 10 balsinhas. São dois pesos e duas medidas.
Antes de proibir, deviam solucionar primeiro aonde os barcos devem atracar. Pois, pergunto, e as lanchas que fazem travessia vão atracar onde? Elas também ficam essa época da cheia atracadas na orla. Melhor solução é construírem uma orla apropriada com píer flutuante. E os que atracarem lá, seguirem normas preestabelecidas, como proibir despejar dejetos ou sons acima do tolerável enquanto tiverem atracados. Mas me parece que simplesmente proibir é a maneira mais simples de resolver os problemas.
Andrei Malheiros, empresário

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