Na reunião com seus secretários para avaliar os 500 dias de gestão, nessa segunda-feira, 14, o governador Siqueira Campos (PSDB) elegeu a Pró-Saúde como culpada pela crise da saúde do Estado e disparou que vai dar "um basta nos abusos" que a Organização Social estaria, segundo ele, cometendo no Estado. A Pró-Saúde foi colocada pelo atual governo paraadministrar 17 dos 19 hospitais do Estado. "Não estamos aqui para enriquecer malandro", afirmou o governador, completando que "os contratos têm que ser cumpridos e com ética".
Siqueira disse que foram dados prazos para a Pró-saúde e "em breve" devem ser anunciadas novidades. O governo do Tocantins ingressou com uma ação para obrigar a OS a garantir por seis meses os serviços dos hospitais no Estado. Segundo o governo, a instituição estaria ameaçando deixar o Estado. A Pró-Saúde nega.
Em contestação à ação cautelar da Procuradoria Geral do Estado (PGE), a Pró-Saúde acusou o Estado de não cumprir suas obrigações na parceria com a Organização Social e de querer "repassar a terceiros os ônus das atividades de interesse público", no caso, a saúde pública do Tocantins. A OS ainda afirma na peça que o governo usa o Judiciário "como instrumento" para se eximir "de suas obrigações". O documento foi protocolado no dia 2.
Ainda conforme a OS o Estado, que a acusa de praticar superfaturamento, devia a ela até o dia 23 de março mais de R$ 52 milhões. A Pró-Saúde negou sobrepreços de até 260%, como acusou a Comissão de Acompanhamento e Fiscalização (CAF), órgão da Secretaria da Saúde (Sesau) criado para acompanhar a terceirização da saúde.
NOTA DO JK: Companheiros do MPE e MPF, a PRÓ-SAÚDE é uma empresa só no Brasil todo. Se isso está acontecendo em Tocantins, imaginem aqui em Santarém.
VAMOS INVESTIGAR.

Por que o Governador Jatene não chama logo os concursados aprovados para o Hospital Regional e manda esta ProSaúde para bem longe de Santarem?
ResponderExcluir